sexta-feira, 24 de junho de 2011

A cerimônia do Corpus Christi em São Gonçalo

A procissão

Os tapetes
Um dos mais tradicionais e importantes eventos da religião católica, a festa de Corpus Christi que celebra a presença de Jesus Cristo na Eucaristia, vai ser comemorado em todo o país, no próximo dia 7 de junho. 
Em São Gonçalo, município do Estado do Rio de Janeiro, onde os fiéis preparam o maior tapete da América Latina, pintando os símbolos religiosos, os católicos já se preparam para a sua confecção. 
No dia 7 de junho, como já é tradicional, será realizada uma missa campal em frente à Igreja de São Gonçalo do Amarante, na Rua Coronel Moreira César, no centro da cidade. Depois, os participantes sairão em procissão, percorrendo os cerca de dois mil quilômetros de extensão do tapete pelas ruas Dr. Feliciano Sodré e Dr. Nilo Peçanha, cantando as músicas sacras, alusivas à data.
Os painéis que formarão o imenso tapete, serão confeccionados na madrugada de quarta-feira, sendo utilizadas toneladas de sal grosso (branco e colorido), muitos litros de corante e muitos quilos de serragem e borra de café.
A turismóloga Marina Martins de Souza que sempre participa dos festejos, já antecipou, que, "a cerimônia do Corpus Christi pela sua importância, é o grande marco do turismo religioso em São Gonçalo".


O Início
A origem da solenidade de Corpus Christi remonta ao Século XII, quando a Igreja Católica sentiu a necessidade de realçar a presença real de Jesús Cristo no pão consagrado. 
A festa do Corpus Christi foi iniciada pelo Papa Urbano IV, com a Bula "Transiturus", de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada anualmente na quinta-feira, após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes. 
O Papa Urbano IV era o Cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Líege, na Bélgica, que recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, Juliana de Mont Cornilon, nascida em Liége, em 1192, aos 18 anos de idade.
A festa de Corpus Christi começou em 1230, na paróquia de Saint Martin, em Líege. só no interior da Igreja. Em 1247, a primeira procissão eucarística saiu às ruas da cidade, como festa da diocese e de pois se tornou festa nacional na Bélgica.
Como festa mundial, foi decretada em 1264, seis anos após a morte de irmã Juliana, aos 66 anos de idade, em 1268, que foi canonizada como Sana Juliana de Mont Cornillon, em 1599, pelo Papa Clemente VIII. No Brasil, a festa de Corpus Christi passou a integrar o calendário religioso a partir de 1961, com a realização de uma procissão pelas ruas de Brasília, e a tradição de se enfeitar as ruas começou em Ouro Preto, cidade história de Minas Gerais.
A celebração de Corpus Christi consta de missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, em busca da Terra Prometida. E, a hóstia é o próprio corpo de Cristo, que alimenta os fiéis. Uma hóstia é consumida e a outra é colocada como meio de adoração. Como um sinal da presença de Cristo Vivo em sua Igreja.


Texto: Assueres Barbosa
Fonte: Sites Católicos na Internet.
Fotos: Nilo Santos - saogoncaloturismo.com


Organização

Através do Decreto 113/2012, a prefeita Aparecida Panisset, nomeou uma comissão encarregada de elaborar os festejos de Corpus Christi, em São Gonçalo, que está constituída pelos srs. Eugênio José da Silva Abreu (presidente), Janaína Silva Nogueira, Joaquim de Oliveira, Mauro Assad Couto, Cláudio Antônio Lucena, Dimas Gadelha, Marcus Jardim, Luiz Antônio da Silva Santos, Pedro Mayrink Veiga de Castro e Silva, João Batista de Miranda, Francine Silva de Farias, Maria das Graças Gomes dos Santos, Maria Lúcia de Souza Nunes, Maria Luiza de Carvalho Ornellas.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Um dia de oração e louvor em Manaus


Mais de 200 mil fiéis do Ministério Internacional da Restauração, integrantes de igrejas convidadas, se reuniram no último domingo, no sambódromo de Manaus, capital do Amazonas, a fim de participarem do encontro "Fruto Fiel", coordenado pelo Apóstolo Renê Terra Nova, que promoveu a Ordenação de 1.000 Apóstolos de todos os Estados do Brasil e de diversos países. O Apóstolo Renê festejou na ocasião, o seu 50º aniversário natalício.

Foto 1 - Aspecto do enorme público que prestigiou a programação "Fruto Fiel".


Foto 2 - Meu filho, Fabrício Rodrigues da Silva (de óculos) e seu Discipulador, Ari Benacon, que participaram do evento.


domingo, 19 de junho de 2011

X Semana de História em Manaus

Em Manaus - AM, a Universidade do Norte (UniNorte) realizou a X Semana de História.

Meu filho,. Fabrício Rodrigues da Silva (foto do centro e na foto abaixo) participou do evento, que alcançou enorme sucesso.

Marilda e Lavoura na UERJ- SG: tese

Muito se tem falado e escrito sobre o "mito" Joaquim de Almeida Lavoura, que foi prefeito de São Gonçalo por três mandatos -1947/1950 - 1951/1954/ - 1973/1975 -, deputado estadual e Diretor do Serviço de Transportes do Estado do Rio de Janeiro (SERVE). Historiadores, jornalistas, professores e outras categorias profissionais. Todos tratando de sua imagem de político trabalhador, humilde e honesto no trato com a coisa pública. E, da sua liderança incontestável.
Mas, quero penitenciar-me, agora, por não ter tomado conhecimento da brilhante dissertação apresentada como capítulo para obtenção do título de Mestre, ao Programa de Pós-Graduação em História Social de MARILDA DOS SANTOS MONTEIRO DAS FLORES, da Faculdade de Formação dos Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), na área de concentração : História Social do Território - São Gonçalo - 2008.
Marilda dos Santos Monteiro das Flores, que teve como Orientador, o professor doutor Marcelo de Souza Magalhães, apresentou para uma Banca Examinadora integrada, ainda, pelos professores doutores Rebeca Gontijo Teixeira (Universidade Federal Fluminense (UFF) e Luís Reznick (Uerj e Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio), a "Construção de Memória do antigo prefeito Joaquim de Almeida Lavoura e a ação do Jornal O SÃO GONÇALO".
Na Internet, onde encontrei essa bela peça, Marilda dos Santos Monteiro das Flores trata, com muita desenvoltura e sentido de pesquisa, da vida de Joaquim Lavoura, falando de suas obras quando administrador do município, das eleições vitoriosas, de sua liderança política, das opiniões dos políticos aliados e adversários, de sua humildade, de sua honestidade e do seu trabalho em benefício de sua cidade. E, ressalta a importância do Jornal O São Gonçalo na divulgação dos fatos.

Foto: Estátua em bronze de Lavoura, na Praça Estephânia de Carvalho, no Zé Garoto. foto: Saogoncaloturismo.com.

N.R. Jornalista veterano (50 anos de profissão), não identificado com a tecnologia da informática e por outros problemas pessoais, não havia tomado conhecimento do inteligente trabalho de Marilda. Eu, que sou Mestre de Cerimonial da Prefeitura de São Gonçalo há 40 anos, que trabalhei e convivi com Lavoura, que trabalhei 32 anos no Jornal O São Gonçalo (há na dissertação de Marilda, uma referência a mim, o que muito me honra), que fiz o Cerimonial de seu sepultamento, fiquei orgulhoso por uma inteligência incomum, tratar fielmente da vida de Lavoura.
Parabéns, Marilda! Parabéns, UERJ!.

sábado, 18 de junho de 2011

Fera de Macabu - o maior erro da Justiça Brasileira

De autoria do jornalista e escritor Carlos Marchi, - nascido em Macaé, quase cem anos depois da tragédia - esse livro, prefaciado pelo criminalista Evandro Lins e Silva - relata o que foi o maior erro da justiça brasileira, em meados do século XIX,no município de Macaé, norte do Estado do Rio de Janeiro.
O enforcamento do fazendeiro Manoel da Motta Coqueiro, condenado a morte pela chacina de uma família de colonos que morava em uma de suas propriedades, por escravos seus, após sucessivos julgamentos nos quais incorreram erros gritantes, que culminaram com a sua condenação final.
O Imperador Dom Pedro II, negou-lhe o perdão, e no dia 06 de março de 1855, Coqueiro foi enforcado em praça pública (Praça da Alegria, hoje, praça Veríssimo de Melo). A única pessoa que poderia inocentá-lo, era o Padre Freitas que ouviu sua derradeira confissão, mas que estava impedido pelo chamado "segredo de confessionário".
Após sua execução, quando descobriu-se que ele era inocente, Dom Pedro II tomado de remorsos passou a perdoar presos condenados à morte, abolindo informalmente a pena, até que o Decreto 774, artigo 72, da primeira Constituição Repúblicana promulgado em 24 de fevereiro de 1891, aboliu definitivamente a pena de morte no Brasil.
Manoel da Motta Coqueiro foi vitima de vingança, traições e procedimentos criminais eivados de erros, da perseguição movida contra ele por inimigos pessoais e políticos, entre os quais, seu primo, Julião Coqueiro, de quem ele havia tomado a noiva, Joaquina Maria de Jesus - que casou-se com Manoel, mas faleceu três anos depois -.
A chacina - descobriu-se mais tarde - foi encomendada por Úrsula Maria das Virgens, com quem Manoel havia casado após ficar viúvo, motivada por ciúmes. Coqueiro preferiu morrer do que denunciá-la. Na hora do seu enforcamento, Coqueiro proferiu a seguinte maldição: "Sou inocente. A cidade vai pagar cem anos de atraso, pelo que me faz".
Coincidência, ou não, após a morte de Manoel da Motta Coqueiro, se verificaram tragédias como mortes misteriosas, naufrágios de navios na costa macaense, surto de cólera, casos de estupros. Dizem que o fantasma de Coqueiro ainda vaga pela cidade. Hoje, Macaé alcançou enorme surto de progresso com a descoberta do petróleo na região e se transformou num dos mais prósperos municípios do Estado do Rio de Janeiro.
N.R. O livro do jornalista e escritor Carlos Marchi, que li atentamente, é um documento que relata a história da Justiça Criminal no país, de como se pode incorrer em erro quando são urdidas tramas e chama a atenção quanto ao fato da justeza em não existir no Brasil a pena de morte.
Claro que advogados veteranos e mesmo alguns mais novos, já tomaram conhecimento do caso Fera de Macabu. Acho que é uma peça fundamental para acadêmicos de Direito. E, também para todos nós (como jornalista, acho que o trabalho de Carlos Marchi é elucidativo e altamente profissional). Recomendo como excelente leitura.

Teatro Amazonas (Manaus) - Cultura

Situado na cidade de Manaus, no Estado do Amazonas, o Teatro Amazonas é um dos mais belos ambientes artísticos dos Estados Brasileiros. Foi construído com orçamento financeiro no período áureo da extração da borracha no Brasil, e é o segundo maior teatro da Amazônia, sendo superado apenas pelo Teatro da Paz existente em Belém do Pará.
No ano de 1881, o deputado estadual A. J. Fernandes Júnior apresentou um projeto de lei, para a construção de um teatro em alvenaria, na Capital do Estado do Amazonas, Manaus. A proposta foi aprovada pela Assembléia Provincial do Amazonas.
Manaus, que vivia o auge do ciclo da borracha, era uma das mais prósperas cidades do mundo, embalada pela riqueza advinda do látex da seringueira, produto altamente valorizado pelas indústrias européias e americanas. A cidade necessitava de um lugar onde pudessem se apresentar as companhias de espetáculos estrangeiras e a construção do teatro, assim, era uma exigência da época.
O projeto arquitetônico escolhido foi o de autoria do Gabinete Português de Engenharia e Arquitetura de Lisboa, em 1883. No entanto, em meio às discussões a respeito do local para a edificação e os custos da obra, a pedra fundamental só foi lançada em 1884.
As obras transcorreram de forma lenta e somente no governo de Eduardo Ribeiro, no apogeu do ciclo da borracha, a construção tomou impulso. Foram trazidos arquitetos, construtores, pintores e escultores da Europa para a realização da obra. A decoração interna ficou ao encargo de Crispim do Amaral, com exceção do salão nobre, área mais luxuosa do prédio, entregue ao artista italiano Domenico de Angelis. A sala de espetáculos do teatro tem capacidade para 701 pessoas, distribuídas entre a platéia e os três andares de camarotes. O teatro foi finalmente inaugurado no dia 31 de dezembro 1896.
No salão nobre, com características barrocas, destaca-se a pintura do teto, denominada "A Glorificação das Bellas Artes na Amazônia", de 1899, de autoria de Domenico de Angelis. Destacam-se os ornamentos sobre as colunas do pavimento térreo, com máscaras em homenagem a dramaturgos e compositores clássicos famosos, como Ésquilo, Aristóphane, Moliére, Rossini, Mozart, Verdi e outros..
Sobre o teto abobadado estão afixadas quatro telas pintadas em Paris pela Casa Carpezot - a mais tradicional da época -, onde são retratadas alegorias à música, dança, tragédia e uma homenagem ao grande compositor brasileiro Carlos Gomes. Do centro, pende um lustre dourado com cristais, importado de Veneza, que desce até ao nível das cadeiras para a realização de sua manutenção e limpeza.
Destaca-se, ainda na sala de espetáculos, a pintura do pano de boca do palco, de autoria de Crispim do Amaral, que faz referência ao encontro das águas dos rios Negro e Solimões. O teatro possui diversos ambientes, concebidos com diferentes materiais, daí ser considerado um espaço sobremaneira eclético.
É, sem dúvida, o mais importante prédio da cidade, não somente pelo seu inestimável valor arquitetônico, mas principalmente pela sua importância histórica, uma prova viva da prosperidade e riqueza vividos na fase áurea da borracha. O teatro é referência para espetáculos regionais, nacionais e internacionais. Já passaram pelo palco do Teatro Amazonas:Margot Fonteyn, Christoph Schlingensief e Roger Waters.
Fontes diversas

N.R. Dentro de alguns dias viajo para Manaus, a fim de rever meus filhos Fabrício (minha nora Carol), e Rafael, meus netos Felipe e Ana Clara, familiares deles e amigos que fiz em viagens anteriores.
Manaus é uma cidade progressista, encantadora, e sem violência. Sua população é estimada em quase dois milhões de pessoas. Residem, ali, além dos manauaras (os que nascem em Manaus), muitos nordestinos, bem como pessoas de outras cidades do Norte do País. Na totalidade, o povo é trabalhador, pacifico e acolhe bem os seus visitantes.
Sua cultura é enorme, a noite nada fica a dever aos grandes Centros do País, como o Rio e São Paulo. E, os Distritos Industriais ajudam a alavancar o desenvolvimento da terra e do País.
Seus rios, entre os quais, o Negro e o Solimões que formam o Amazonas (o mais caudaloso do mundo), o Encontro das Águas, a Pororoca, a Floresta (em que pese a destruição que cresce a cada dia), sua fauna e sua flora, as quedas d´água, o bairro de Ponta Negra (uma replica menor de Copacabana), tudo encanta o visitante. Até as vorazes piranhas...

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Circo Crescer e Viver

Picadeiro Ibero-Americano

CIRCO CRESCER E VIVER - artes circenses de mãos dadas com a transformação social
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Criada a Federação Ibero-Americana de Circo (FIC), com a participação do CRESCER E VIVER

O circo passou a constituir mais um laço importante

no fortalecimento das afinidades histórica, cultural e linguística

entre os países da América Latina e

da Península Ibérica na Europa. Trata-se da Federação

Ibero-Americana de Circo (FIC) - que vai encurtar as

distâncias do céu e do oceano Atlântico,

constituindo um amplo “picadeiro” imaginário onde,

organizações que atuam nos campos da formação,

produção, difusão e fruição das artes circenses e

performáticas no Brasil, Peru, Chile, Argentina, Colômbia,

Espanha e Portugal, vão trabalhar pela interação,

integração, desenvolvimento e fortalecimento do

circo hispanófono e lusófono.

Fundada com foco em se tornar um novo sujeito histórico

para trabalhar pelo fortalecimento do circo como

expressão artística, levando em conta suas dimensões

simbólica, social, educativa e econômica, a Federação

Ibero-Americana de Circo (FIC) assume como parte

dos seus desafios: criar espaços de intercâmbio,

desenvolvimento e consolidação de metodologias

inovadoras de formação para as artes cênicas circenses;

fomentar e incrementar a circulação e produção artística

dos circo ibero-americano como estratégia para ampliar a

visibilidade e a formação de platéias; e fortalecer o

desenvolvimento organizacional de cada um dos seus

membros, visando aumentar as suas capacidades

individuais e coletivas para incidir em políticas públicas

locais e internacionais.

A Federação Ibero-Americana de Circo (FIC)

têm antecedentes na Rede Ibero-Americana para

o Desenvolvimento das Artes Circenses – articulação

que surgiu de um encontro de escolas de circo

ibero-americanas realizado como parte da programação

do 4o Festival Internacional del Círculo em abril de 2010

na cidade de Lima, capital do Peru. Pouco mais de um

ano após a sua fundação e da adesão de novos membros,

a então rede ibero-americana, em conferência realizada

nesta quinta-feira, dia 16 de junho, pela internet, com a

participação de todas as organizações que a integram,

resolveu converter-se na Federação Ibero-Americana

de Circo (FIC) tendo como fundadores: o CRESCER E

VIVER (Brasil); o EL CIRCO DEL MUNDO (Chile); a

LA TARUMBA (Peru); o CIRCO SOCIAL DEL SUR (Argentina);

o CIRCO PARA TODOS (Colômbia); a CARAMPA (Espanha);

e o CHAPITÔ (Portugal). Na mesma conferência a Federação

Ibero-Americana de Circo elegeu Junior Perim como o seu

primeiro coordenador, ele que também é co-fundador e

coordenador executivo do CRESCER E VIVER.

Conheça um pouco mais do trabalho das organizações

circenses que integram aFederação Ibero-Americana

de Circo (FIC) clicando nos links abaixo:

CIRCO SOCIAL DEL SUR (Argentina)

EL CIRCO DEL MUNDO (Chile)

CIRCO PARA TODOS (Colômbia)

CARAMPA (Espanha)

LA TARUMBA (Peru)

CHAPITÔ (Portugal)

CRESCER E VIVER (Brasil)


VAGAS!!!

O Programa de Cidadania Criativa que oferece oficinas
gratuitas de circo para crianças, adolescentes e jovens
de 07 a 24 anos está com vagas abertas.
Inscreva-se. Ligue para (21) 3972-1391 e solicite mais
informações.

N.R. Estou feliz por meu amigo Sérgio Perim Júnior. Fui testemunha

do seu trabalho inicial a frente do Crescer e Viver. Competência, de-

terminação, honestidade e amor a arte, são marcas de destaque em

vida.