Papa Bento XVI
O mundo inteiro, e principalmente os seguidores da religião católica, surpreenderam-se essa semana, com a anunciada renúncia ao cargo, no próximo dia 28 de fevereiro, do Papa Bento XVI - o Cardeal Joseph Alois Ratzinger - que sucedeu ao papa João Paulo II, falecido em 2 de abril de 2005, vitima do mal de Parkinson.
O Cardeal Ratzinger, nasceu em 16 de abril de 1927, na aldeia de Marktl Am Inn, Baviera, na Alemanha. Foi empossado Papa em 19 de abril de 2005.
Intelectual, teólogo, pianista, fala seis idiomas: alemão, italiano, francês, latim, inglês e castelhano; lê o grego e o hebraico e possuí conhecimentos da lingua portuguesa. É o 265º Papa da Igreja Católica. Ao sair do cargo, Bento XVI se recolherá em clausura.
Inúmeras versões sobre a renúncia de Bento XVI estão sendo espalhadas mundialmente, tais como problemas de saúde, os mais recentes escândalos que envolveram a Igreja em questões de pedofilia, corrupção, e a política interna do Vaticano, faltando-lhe forças para suportar as pressões".
Em pronunciamento, o Papa Bento XVI disse que " no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida e para a fé, para se governar a barca de Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário vigor, tanto do corpo como do espírito, vigor que nos últimos meses, diminuiu de tal modo em mim, que devo reconhecer a minha incapacidade de administrar bem o ministério a mim confiado".
Reunidos, os 207 Cardeais aprovaram o título de "Papa Emérito" para Bento XVI.
N.R. Importante se lembrar que em sua visita ao Brasil, em 2007, em 11 de maio, o Papa Bento XVI, em São Paulo, canonizou Frei Galvão - Santo Antonio de Sant´Ana Galvão -, que se tornou o primeiro Santo nascido no Brasil (Guaratinguetá, 1739 - São Paulo) e que morreu em 23 de de dezembro de 1822.
A sucessão
O Código de Direito Canônico em seu Artigo 332,2, estabelece que "a renúncia papal tem que ser de livre e espontânea vontade. Assim que essa decisão for tomada, não pode ser revertida". A Sé Vacante - vacância do cargo - começará no próximo dia 28, às 20 horas de Roma e 17 horas de Brasília.
Na próxima terça-feira, dia 12 de março de 2013, começarão os procedimentos para a eleição do novo Papa, que será escolhido pelos 115 Cardeais do Vaticano, na Capela Sistina, em votação secreta, que levará até 9 dias. O escolhido deverá obter metade do votos, mais um.
Obtido o resultado, uma fumaça branca será expelida pela chaminé do telhado do Palácio do Vaticano, o que significará: "Habemmus Papa" (Já temos o Papa).
Os candidatos
O Cardeal de Gana, Peter Kodwo Tukson é o maior favorito ao cargo. É o presidente do Pontifício Conselho por Justiça e Paz, fala inglês, italiano, francês, alemão, latim e grego. Nasceu em 1948, na cidade de Nsuta-Wassan. - Gana - 64 anos
Cardeal Angelo Scola - Italiano. Foi arcebispo de Milão, em 2002. - 71 anos - Itália.
Cardeal Marc Quellet - Chefe da Congregação de Bispos - 68 anos - Canadá.
Cardeal Francis Arinze - Cardeal da Nigéria
Cardeal Christoph Schoenborn - Arcebispo de Viena - 67 anos - Austria
Cardeal Gianbranco Ravasi - Ministro da Educação do Vaticano - Itália - 70 anos
Cardeal Leonardo Sandri - Prefeito da Congregação para Igrejas Orientais - 69 anos. Argentina
Cardeal Timothy Dolan - Arcebispo de Nova York - 62 anos - EUA.
Cardeal Odilo Pedro Scherer - Arcebispo de São Paulo - 63 anos - Brasil
Brasileiros candidatos
Dom João Braz de Avis - Ex-Arcebispo de Brasília - Santa Catarina
Dom Cláudio Hummes - Gaúcho - Foi Arcebispo Emérito da Arquidiocese de São Paulo e atualmente é o Vigário Geral da Arquidiocese de São Paulo.
Dom Raimundo Damasceno Assis - Cardeal Arcebispo de Aparecida e presidente da Confederação Nacional de Bispos do Brasil - CNBB -.Minas Gerais
Dom Geraldo Majela Agnelo - mineiro - Foi Arcebispo de Salvador - aposentado - Bahia.
História
+ O primeiro Papa reconhecido pela Igreja Católica foi São Pedro (de 28 de outubro de 30 a 29 de julho de 67: Mandato de 37 anos.
Papas que renunciaram: Gregório XII - em 1415 - há quase 600 anos. por disputa interna do cargo com Bento XIII e Alexandre V - Morreu dois depois da renúncia.
Papa Ponciano - 230 a 235 - foi deportado para a Sardenha pelo Imperador Maximiniano e teve que renunciar.
Papa Silvério - em 535 - exilado, foi forçado à abdicar do cargo.
Papa João XVIII - 1003 - 1009
Papa Bento IX - 1.045. Renunciou e voltou a ser Papa no período 1047/1048.
Papa Celestino V - de julho a dezembro de 1294.
Antipapas
Foram 41, os antipapas, assim chamados por serem opositores aos Papas eleitos legitimamente. Não eram necessariamente contrários a fé ensinada pela Igreja Católica. o primeiro foi Hipólito de Roma (235), em oposição ao Papa Calisto I, seguindo-se entre outros: Félix II (355/365) - em oposição ao Papa Libério; Ursino (366/367) - em oposição ao Papa Dâmaso); Constantino II (767/768), em oposição ao Papa Estevão III); Félix V Amadeu VIII
Pelo menos, uns quatro se reconciliaram, posteriormente, com os detentores dos cargos.
N.R. Somente agora, o Vaticano informou que há muitos anos, o Papa Bento XVI vive com um marca-passo, por causa de problemas cardíacos.
No seu mais recente pronunciamento, durante a celebração de uma missa no Vaticano, o Papa Bento XVI condenou "a hipocrisia e a disputa da Igreja Católica para controlar o poder
no Vaticano".
Texto: Assueres Barbosa
Fonte e foto: wikipédia - a enciclopédia livre.
a finalidade é transmitir informações que julgo importantes, receber notícias, fazer amizades e preservá-las, , cobrir o espaço de tempo livre. Associação de palavras importantes: amor, sinceridade, fidelidade,gratidão, reconhecimento. SOU UM MILAGRE DE DEUS!..
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Prêmio UFF de Literatura: 6ª Edição
Prêmio UFF de Literatura e história da editora
emocionam convidados, no Solar do Jambeiro
Luís Antonio Pimentel
no centro.
Pimentel asssiste leitura de seus textos
O salão do Solar Jambeiro
Nesta sexta edição, o Prêmio UFF de Literatura teve tripla comemoração: além de integrar os festejos pelo aniversário da Universidade Federal Fluminense, homenageou o centenário do escritor e jornalista Luís Antônio Pimentel, que serviu de inspiração para o tema deste ano, e marcou o lançamento do livro Pessoas, sonhos, obras...histórias, que conta os 27 anos da Editora da UFF.
AI-5 "contribuiu" para a criação da editora da UFF
Na cerimônia de premiação, a professora Aidyl de Carvalho Preiss, representando todos os ex-diretores da Editora da UFF, relembrou a situação inusitada que praticamente compeliu a universidade a criar o que se transformaria mais tarde na sua editora.
No rastro das restrições à liberdade de expressão, que o Ato Institucional nº 5 impôs ao país, foi instalada também a censura, que, ao atingir a universidade, a obrigou a criar uma comissão editorial, pela qual deveria passar toda a produção acadêmica, uma espécie de "avalista" do que deveria ou não ser divulgado. Dessa comissão fazia parte a professora Aidyl, que propôs ao então reitor, Geraldo Tavares Cardoso, aproveitar a comissão para transformá-la num estímulo à produção acadêmica.
A professora Aidyl torna-se a primeira diretora dessa comissão, embrião da atual Editora. Foi na UFF também, lembrou a professora, que se instalou o primeiro seminário de editoras universitárias, onde nasceu a ideia de criação da atual Associação Brasileira de Editoras Universitárias (ABEU).
Assim, com lembranças e homenagens, um grupo de artistas do Núcleo de Ensino e Pesquisa de Artes Cênicas da UFF (Nepac) interpretou textos dos autores premiados, assim como do escritor, jornalista e "contador de histórias" Luís Antônio Pimentel, o artista homenageado da edição 2012 do Prêmio UFF de Literatura.
Autores premiados
Escrevendo sobre o tema O contador de histórias, Aline Moschen de Andrade, de São Pedro da Aldeia, ganhou o Troféu Itapuca na categoria poesia, seguida de Paulo César Esteves de Lira, de São Paulo, em segundo lugar, e Rodrigo Guerra de Souza, de Volta Redonda, em terceiro. Entre as crônicas, Maria Cecy Barth, de Curitiba, ficou em primeiro lugar, Alair Alves de Carvalho, morador do Rio de Janeiro, em segundo, e Regina Célia Paula Leal Toledo, também do Rio, em terceiro. Já na categoria conto, Ralph Menezes Paiva Antunes, de Niterói, foi o vencedor, enquanto Pedro Diniz de Araujo Franco, do Rio de Janeiro, ficou em segundo lugar, e Róbson Lousa dos Santos, de Uruaçu, Goiás, em terceiro.
Os classificados em primeiro lugar receberam, além do troféu Itapuca -este ano com novo design -, um laptop e dez exemplares da coletânea com os 20 textos selecionados de cada categoria, lançada durante a cerimônia. Os segundos colocados tiveram direito a oito exemplares; os terceiros, a cinco; e os demais autores selecionados ganharam kits com três exemplares cada.
N.R. Release e fotos, enviados pela Assessoria de Comunicação da Editora UFF.
sábado, 8 de dezembro de 2012
Amores célebres através dos tempos e suas desditas
Publiquei, no blogdojornalistaassueres.blogspot.com a história de amor (da mitologia grega), entre o guerreiro Páris, filho do rei Priamo de Tróia, e a bela Helena, filha de Zeus e de Leda, e esposa de Menelau, rei de Esparta, lembrando que através dos tempos, a ambição na conquista de objetivos pessoais e financeiros, sempre foi fator primordial nos relacionamentos. Até os dias de hoje!.
A minha pesquisa prossegue. Mas, quero relembrar algumas dessas paixões arrebatadoras, que terminaram em fracassos.
ADÃO e EVA -
Segundo a Bíblia, Deus criou o homem inicialmente e depois lhe deu uma companheira, para evitar a sua solidão. Eva incitou Adão a desobedecer ao Criador, e esse foi o primeiro caso de objetivo pessoal. E, a humanidade paga, ate hoje, por esse pecado!.
SANSÃO E DALILA
ROMEU e JULIETA -
A história de amor entre os dois jovens, filhos únicos, de famílias tradicionais da Itália, na Antiguidade -1591-1596 -, os Montechios e os Capuletos, na versão do escritor William Shakespeare, até hoje, causa emoção. Não terminam juntos, porque ambos se suicidam, o que faz com as famílias se reconciliem.
CLEÓPATRA E MARCO ANTONIO
Neste blog, existe matéria sobre esse amor que abalou os alicerces de Roma e do Egito
JORGE e MARGARIDA
General e político francês de renome, Ministro da Guerra, Jorge Boulanger, aos 50 anos, em 1888, conheceu a jovem Viscondessa Margarida Bonnemains, por ela se apaixonou e foi correspondido. As críticas contra o relacionamento se sucederam e o casal abandonou a França, indo residir na Belgica. Três anos depois, Margarida morreu vitima de anemia profunda. Jorge caiu em depressão e suicidou-se com seu próprio revolver, em 1891, dois meses e meio após a morte de sua amada.
ANA E DILERMANDO
O engenheiro e escritor Euclides da Cunha, autor de "Os Sertões" (1902), um dos três maiores livros da língua portuguesa, segundo historiadores, onde ele relata, a "Guerra dos Canudos, ocorrida no interior da Bahia(1896/1897), casou- se com Ana Emília Solon Ribeiro (18 anos) em 1890.
A vida profissional agitada de Euclides, causa problemas no relacionamento familiar, e, Ana, aos 33 anos, se envolve amorosamente com o cadete do Exército, Dilermando de Assis, com 17 anos de idade.
Euclides descobre tudo e tenta matar Dilermando, ferindo seu irmão, Dinorah, jogador do Botafogo, tornando-o paraplégico e o próprio Dilermando, que revidando aos tiros, o mata. O acontecimento ficou conhecido como a "Tragédia da Piedade".
No fim de tudo, nada valeu a pena. O amor acaba e ambos terminam suas vidas sozinhos.
(matéria completa no blogdojornalistaassueres).
CHIQUINHA GONZAGA
No blogdojornalistaassueres, amplo relato dos amores da compositora, pianista e maestrina Chiquinha Gonzaga (1847-1935).
AUGUSTE RODIN
O famoso escultor francês Auguste Rodin (1846/1917 ), autor de obras clássicas como "São João Batista Pregando" (1878), "O Pensador" e Balzac, aos 43 anos, teve um envolvimento amoroso com a sua aluna, a escultora Camille Claudel, de 19 anos. Auguste, casado, não assumia o compromisso e Camille rompe com ele. Os constantes atritos da relação a levam a ficar louca. Morreu aos 49 anos.
N.R. Peço desculpas aos historiadores por eventuais falhas em minha narrativa. Mas, até mesmo doutos senhores da área, pelo que li, divergem entre si.
A minha pesquisa prossegue. Mas, quero relembrar algumas dessas paixões arrebatadoras, que terminaram em fracassos.
ADÃO e EVA -
Segundo a Bíblia, Deus criou o homem inicialmente e depois lhe deu uma companheira, para evitar a sua solidão. Eva incitou Adão a desobedecer ao Criador, e esse foi o primeiro caso de objetivo pessoal. E, a humanidade paga, ate hoje, por esse pecado!.
SANSÃO E DALILA
A história do nazireu Sansão, o décimo terceiro juiz de Israel, e de Dalila , uma das mais belas mulheres do povo filisteu, está no Livro dos Juízes, da Bíblia. Famoso por sua força descomunal, originária de seus cabelos longos, derrotou os exércitos filisteus. Mas, apaixonou-se por Dalila, que descobrindo o seu segredo, em troca de riquezas, cortou o seu cabelo e entregou- aos seus inimigos. No final, sua força retorna, e Sansão derruba o templo onde estava acorrentado, matando a todos.
A história de amor entre os dois jovens, filhos únicos, de famílias tradicionais da Itália, na Antiguidade -1591-1596 -, os Montechios e os Capuletos, na versão do escritor William Shakespeare, até hoje, causa emoção. Não terminam juntos, porque ambos se suicidam, o que faz com as famílias se reconciliem.
CLEÓPATRA E MARCO ANTONIO
Neste blog, existe matéria sobre esse amor que abalou os alicerces de Roma e do Egito
JORGE e MARGARIDA
General e político francês de renome, Ministro da Guerra, Jorge Boulanger, aos 50 anos, em 1888, conheceu a jovem Viscondessa Margarida Bonnemains, por ela se apaixonou e foi correspondido. As críticas contra o relacionamento se sucederam e o casal abandonou a França, indo residir na Belgica. Três anos depois, Margarida morreu vitima de anemia profunda. Jorge caiu em depressão e suicidou-se com seu próprio revolver, em 1891, dois meses e meio após a morte de sua amada.
ANA E DILERMANDO
O engenheiro e escritor Euclides da Cunha, autor de "Os Sertões" (1902), um dos três maiores livros da língua portuguesa, segundo historiadores, onde ele relata, a "Guerra dos Canudos, ocorrida no interior da Bahia(1896/1897), casou- se com Ana Emília Solon Ribeiro (18 anos) em 1890.
A vida profissional agitada de Euclides, causa problemas no relacionamento familiar, e, Ana, aos 33 anos, se envolve amorosamente com o cadete do Exército, Dilermando de Assis, com 17 anos de idade.
Euclides descobre tudo e tenta matar Dilermando, ferindo seu irmão, Dinorah, jogador do Botafogo, tornando-o paraplégico e o próprio Dilermando, que revidando aos tiros, o mata. O acontecimento ficou conhecido como a "Tragédia da Piedade".
No fim de tudo, nada valeu a pena. O amor acaba e ambos terminam suas vidas sozinhos.
(matéria completa no blogdojornalistaassueres).
CHIQUINHA GONZAGA
No blogdojornalistaassueres, amplo relato dos amores da compositora, pianista e maestrina Chiquinha Gonzaga (1847-1935).
AUGUSTE RODIN
O famoso escultor francês Auguste Rodin (1846/1917 ), autor de obras clássicas como "São João Batista Pregando" (1878), "O Pensador" e Balzac, aos 43 anos, teve um envolvimento amoroso com a sua aluna, a escultora Camille Claudel, de 19 anos. Auguste, casado, não assumia o compromisso e Camille rompe com ele. Os constantes atritos da relação a levam a ficar louca. Morreu aos 49 anos.
N.R. Peço desculpas aos historiadores por eventuais falhas em minha narrativa. Mas, até mesmo doutos senhores da área, pelo que li, divergem entre si.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Páris e Helena: um amor-tragédia
Os grandes amores da História sempre tiveram elementos, como a traição, o adultério, o poder e os interesses financeiros, envolvidos no contexto. Desde tempos idos até a atualidade. Para conquistar seus objetivos, homens e mulheres nunca mediram e nem medem esforços. Vale tudo. O importante é vencer, seja a que preço for. Em muitos casos, vale vender até o corpo e a alma.
Mas, no fim de tudo, as traições não valeram (e nem valem) a pena. A maioria dos romances não terminaram (e nem terminam) bem.
Na mitologia grega, um dos mais famosos casos de amor que terminaram em tragédia, foi o romance entre Páris (Alexandre) filho do rei Priamo, de Tróia, e Helena, que era considerada a mulher mais bela do mundo. Ela era filha de Zeus e de Leda, e terminou por se casar com Menelau, Rei de Esparta.
Helena, em solteira, tinha muitos pretendentes, mas um acordo sugerido por Odisseu (Ulisses, em latino), rei de Itaca, fez com que pudesse escolher seu marido, que acabou sendo Menelau, com que teve uma filha, Hermíone.
Viajando à Esparta, Páris conhece Helena e ambos se apaixonam. Aproveitando a ausência de Menelau, que havia viajado para Creta, a fim de participar do funeral de seu avô materno Catreu, ambos fogem para Troia, abandonando Hermíone, que tina apenas 9 anos de idade. Menelau, enfurecido, une-se a Agameon, Aquiles e outros reis, e iniciam uma guerra contra Troia, que dura 10 anos.
Um certo dia, os guerreiros troianos. avistam um enorme cavalo de madeira do lado de fora da fortaleza. Julgando tratar-se de um presente dos deuses, resolvem carregá-lo para dentro da cidade. Só não sabiam, que ardilosamente, seus inimigos haviam colocado dentro do artefato, guerreiros, que na madrugada, atacaram e os derrotaram.
Páris, derrota Aquiles - o mais forte guerreiro grego -, que havia matado seu irmão, o herói troiano Heitor, em um duelo, acertando-lhe uma flecha no calcanhar, o único ponto vulnerável de seu corpo, contando com a ajuda do deus Apolo.
Tróia perde a guerra e, em consequência, Helena volta seu esposo, Menelau.
Com Páris, Helena teve quatro filhos: Agano, Bunico, Ideu e Helena.
O fim de Helena é recheado de versões. Teria sido expulsa do reino, após a morte de Menelau, ou teria sido morta por enforcamento, por servas da rainha Polixo de Rodes, quando tomava banho.
N.R. Curioso como sempre, resolvi pesquisar diversas obras sobre o assunto, e em cada uma, encontrei versões contraditórias. Deixei de pesquisar a obra do maior especialista em literatura grega e latina, no Brasil, na minha modesta opinião, o professor (já falecido) Junito de Souza Brandão.
Morreu Oscar Niemeyer: o Mago da Arquitetura Moderna!.
Oscar Niemeyer
"Brasília foi uma grande
aventura".
Palácio do Planalto
Brasília
MAC - Niterói
Sobre o mirante da praia
de Boa Viagem.
Congresso Nacional
Brasília
Sede da ONU
Nova York
Estação Cabo Branco
João Pessoa - Paraíba
O Brasil perdeu, ontem, a sua maior referência no campo da arquitetura moderna. Morreu aos 104 anos - faria 105 anos, no próximo dia 15 -, no Hospital Samaritano, no Rio, onde estava internado desde o último dia 2 de novembro, vitima de insuficiência respiratória, o arquiteto carioca Oscar Niemeyer, declaradamente ateu e comunista, nascido no Rio de Janeiro, em 15 de dezembro de 1907.
Ao seu lado, estava a sua mulher, Vera Lúcia Niemeyer, que foi sua secretária, por 15 anos.- e com quem se casou aos 99 anos de idade, em 2006.
O arquiteto nasceu no Rio de Janeiro, no bairro Laranjeiras, Era filho de Oscar de Niemeyer Soares e de Delfina Ribeiro de Almeida. Diplomou-se em Arquitetura em 1934, pela Escola Nacional de Artes, no Rio.
Sua primeira esposa foi Anitta Baldo, filha de emigrantes italianos. Quando se casaram em 1928, ele tinha 21 anos e ela 18. Anita morreu em 2004. Da união, nasceu apenas uma filha, a designer Anna Maria Niemeyer, que morreu aos 82 anos, em 05 de junho de 2012, e que lhe deu 5 netos, 13 bisnetos e 4 trinetos.
OBRAS
Entre centenas de trabalhos arquitetônicos, no Brasil e no exterior, estão na Esplanada dos Ministérios, os prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF) e a Catedral, em Brasília.
Niemeyer, em 1956, foi convidado pelo presidente Juscelino Kubitschek para projetar os principais edifícios púbiicos de Brasília (inaugurada em 1960), a nova capital do País.
Em Niterói, o Museu de Arte Contemporânea - MAC - e o Caminho Niemeyer.
Em Belo Horizonte, o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, a Igrejinha da Pampulha, a Igreja de São Francisco de Assis;
Em João Pessoa, no bairro Altiplano Cabo Branco, a Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura, Artes e Tecnologia, inaugurada em 03 de julho de 2008.
Na Baixada Santista, no bairro Valongo, está quase pronto o Museu Pelé, que irá abrigar um acervo de mais de 20 anos, do maior jogador do Mundo, o Rei Pelé. O monumento que visa homenagear o rei do futebol, foi projetado por Oscar Niemeyer.
Uma torre de 20 metros de altura e uma imagem com o gesto característico de Pelé, em seus mais de 1200 gols,
Distinções - Honrarias
Entre centenas de homenagens, podem ser destacadas:
Prêmio Lenin da Paz, do Governo União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (1963)
Comendador da Ordem do Infante D. Henrique - Portugal - 1975
Cavaleiro Comendador da Ordem de São Gregório Magno - Vaticano
Principe das Astúrias das Artes - Espanha
Comendador de Ordem Nacional da Legião de Honra - França
Prêmio UNESCO 2001
Prêmio Leão de Ouro da Bienal de Veneza
Prêmio Internacional Pritzker de Arquitetura (O Nobel da Arquitetura)
Medalha de Ouro da RIBA(Royal Gold Medal), conferida pelo Royal Institute of British Architects - Inglaterra.
Doutor Honoris Causa das Universidades de São Paulo, Brasília e Minas Gerais
Patrono da Arquitetura Brasileira.
Medalha da Ordem do Mérito Cultural - Brasil -.
Medalha do Mérito Darcy Ribeiro - Rio de Janeiro
Arquiteto do Século XX do Instituto de Arquitetos do Brasil
Medalha Chico Mendes de Resistência
Recebeu, ainda, homenagens dos Governos de Cuba, Chile, Japão, Venezuela,Bolívia, Venezuela, Rio de Janeiro.
N. R, Impossível se arranjar espaço para publicar todas as obras do mago da Arquitetura. Em Santos, São Paulo,
Tive a felicidade, de conviver com Niemeyer, como jornalista, em diversas solenidades, inclusive na inauguração, do MAC, em 1996. Um gênio, um simples, um bom. De eterna lembrança!.
Texto: Assueres Barbosa
Fonte e fotos: wikipédia, a enciclopédia livre
"Brasília foi uma grande
aventura".
Palácio do Planalto
Brasília
MAC - Niterói
Sobre o mirante da praia
de Boa Viagem.
Congresso Nacional
Brasília
Sede da ONU
Nova York
Estação Cabo Branco
João Pessoa - Paraíba
O Brasil perdeu, ontem, a sua maior referência no campo da arquitetura moderna. Morreu aos 104 anos - faria 105 anos, no próximo dia 15 -, no Hospital Samaritano, no Rio, onde estava internado desde o último dia 2 de novembro, vitima de insuficiência respiratória, o arquiteto carioca Oscar Niemeyer, declaradamente ateu e comunista, nascido no Rio de Janeiro, em 15 de dezembro de 1907.
Ao seu lado, estava a sua mulher, Vera Lúcia Niemeyer, que foi sua secretária, por 15 anos.- e com quem se casou aos 99 anos de idade, em 2006.
O arquiteto nasceu no Rio de Janeiro, no bairro Laranjeiras, Era filho de Oscar de Niemeyer Soares e de Delfina Ribeiro de Almeida. Diplomou-se em Arquitetura em 1934, pela Escola Nacional de Artes, no Rio.
Sua primeira esposa foi Anitta Baldo, filha de emigrantes italianos. Quando se casaram em 1928, ele tinha 21 anos e ela 18. Anita morreu em 2004. Da união, nasceu apenas uma filha, a designer Anna Maria Niemeyer, que morreu aos 82 anos, em 05 de junho de 2012, e que lhe deu 5 netos, 13 bisnetos e 4 trinetos.
OBRAS
Entre centenas de trabalhos arquitetônicos, no Brasil e no exterior, estão na Esplanada dos Ministérios, os prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF) e a Catedral, em Brasília.
Niemeyer, em 1956, foi convidado pelo presidente Juscelino Kubitschek para projetar os principais edifícios púbiicos de Brasília (inaugurada em 1960), a nova capital do País.
Em Niterói, o Museu de Arte Contemporânea - MAC - e o Caminho Niemeyer.
Em Belo Horizonte, o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, a Igrejinha da Pampulha, a Igreja de São Francisco de Assis;
Em João Pessoa, no bairro Altiplano Cabo Branco, a Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura, Artes e Tecnologia, inaugurada em 03 de julho de 2008.
Em Nova York, a sede da Nações Unidas. ONU) e na Espanha, o Centro Cultural Internacional Oscar Niemeyer.
Em São Paulo, o Memorial da América Latina.Na Baixada Santista, no bairro Valongo, está quase pronto o Museu Pelé, que irá abrigar um acervo de mais de 20 anos, do maior jogador do Mundo, o Rei Pelé. O monumento que visa homenagear o rei do futebol, foi projetado por Oscar Niemeyer.
Uma torre de 20 metros de altura e uma imagem com o gesto característico de Pelé, em seus mais de 1200 gols,
Distinções - Honrarias
Entre centenas de homenagens, podem ser destacadas:
Prêmio Lenin da Paz, do Governo União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (1963)
Comendador da Ordem do Infante D. Henrique - Portugal - 1975
Cavaleiro Comendador da Ordem de São Gregório Magno - Vaticano
Principe das Astúrias das Artes - Espanha
Comendador de Ordem Nacional da Legião de Honra - França
Prêmio UNESCO 2001
Prêmio Leão de Ouro da Bienal de Veneza
Prêmio Internacional Pritzker de Arquitetura (O Nobel da Arquitetura)
Medalha de Ouro da RIBA(Royal Gold Medal), conferida pelo Royal Institute of British Architects - Inglaterra.
Doutor Honoris Causa das Universidades de São Paulo, Brasília e Minas Gerais
Patrono da Arquitetura Brasileira.
Medalha da Ordem do Mérito Cultural - Brasil -.
Medalha do Mérito Darcy Ribeiro - Rio de Janeiro
Arquiteto do Século XX do Instituto de Arquitetos do Brasil
Medalha Chico Mendes de Resistência
Recebeu, ainda, homenagens dos Governos de Cuba, Chile, Japão, Venezuela,Bolívia, Venezuela, Rio de Janeiro.
N. R, Impossível se arranjar espaço para publicar todas as obras do mago da Arquitetura. Em Santos, São Paulo,
Tive a felicidade, de conviver com Niemeyer, como jornalista, em diversas solenidades, inclusive na inauguração, do MAC, em 1996. Um gênio, um simples, um bom. De eterna lembrança!.
Texto: Assueres Barbosa
Fonte e fotos: wikipédia, a enciclopédia livre
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Dilma veta parte do projeto que dividia royalties do petróleo
Os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, os maiores produtores de petróleo do país, respiram aliviados. A presidente Dilma Rousseff vetou parcialmente, na última sexta-feira, dia 30 de novembro de 2012, o projeto de lei aprovado no Congresso Nacional, que repassava a todos estados da União, os royalties do petróleo. Dilma seguiu o que determina a Constituição Federal.
Com o veto presidencial, fica mantida a atual distribuição dos royalties para os estados e municípios produtores dos campos já licitados, respeitando-se, portanto, os contratos firmados. Somente as novas concessões, darão uma distribuição maior para estados e municípios não reprodutores. Porém, esses recursos terão que ser usados, totalmente, em investimentos na educação.
O veto da presidente Dilma Rousseff foi uma reivindicação do governo do Estado do Rio de Janeiro, que previa a perda de R$ 72 bilhões, até 2020, o que tornaria impossível a concretização de diversos projetos de desenvolvimento e da área social.
Porém, o Congresso Nacional ainda pode derrubar o veto de Dilma, o que acarretaria procedimentos futuros.
Com o veto presidencial, fica mantida a atual distribuição dos royalties para os estados e municípios produtores dos campos já licitados, respeitando-se, portanto, os contratos firmados. Somente as novas concessões, darão uma distribuição maior para estados e municípios não reprodutores. Porém, esses recursos terão que ser usados, totalmente, em investimentos na educação.
O veto da presidente Dilma Rousseff foi uma reivindicação do governo do Estado do Rio de Janeiro, que previa a perda de R$ 72 bilhões, até 2020, o que tornaria impossível a concretização de diversos projetos de desenvolvimento e da área social.
Porém, o Congresso Nacional ainda pode derrubar o veto de Dilma, o que acarretaria procedimentos futuros.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Julgamento do Mensalão está mais próximo do fim
O STF (Supremo Tribunal Federal) concluiu ontem, quarta-feira (dia 28) a definição das penas para os 25 réus condenados no processo do mensalão e 13 deles irão para a prisão, incluindo o ex-ministro José Dirceu. Penas superiores a oito anos devem ser cumpridas em regime fechado.
Entre quatro e oito anos, as penas são cumpridas em regime semiaberto e o condenado volta para dormir na prisão. Quando forem inferiores a quatro anos, podem ser substituídas por penas alternativas, como pagamento de salário mínimo e perda de direito político.
A fase para fixação das punições consumiu dez sessões da Corte. Dos 37 réus da ação penal, 12 acabaram absolvidos. As penas ainda podem ser revistas pelos ministros até o final do julgamento, que deve ocorrer na semana que vem.
REGIME FECHADO
José Dirceu
Ex-ministro da Casa Civil no governo Lula, José Dirceu foi condenado a dez anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. Ele terá ainda de pagar multa de R$ 676 mil. Dirceu começará a cumprir a pena em regime fechado, mas poderá pedir a progressão de regime após 1/6 da pena, ou 1 ano e 9 meses. "Os motivos que o conduziram [Dirceu] a praticar o crime de corrupção ativa são extremamente graves. O crime foi praticado porque o governo federal não tinha a maioria na Câmara dos Deputados e o fez por meio da compra dos votos, por meio da compra dos líderes [dos partidos]", afirmou Joaquim Barbosa à época da fixação da pena.
Delúbio Soares
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares foi condenado a oito anos e 11 meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha, além de multa de R$ 300 mil. "[Delúbio era] incumbido de indicar a Marcos Valério quem, quando e quanto deveria ser pago a título de propina, para efeito de corrupção no Legislativo. [Era] Estreitamente ligado a José Dirceu, comandante dessa epopeia", disse o relator.
João Paulo Cunha
O deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) foi condenado a nove anos e quatro meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, peculato (desvio de recursos públicos) e lavagem de dinheiro. Com isso, o réu terá de cumprir a pena em regime fechado, já que a condenação foi maior do que oito anos. Ele também terá de pagar multa de R$ 360 mil.
Marcos Valério
Acusado de ser o operador do mensalão, o publicitário Marcos Valério deve ser condenado a 40 anos, um mês e seis dias de prisão pelos crimes de corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e evasão de divisas. Além do tempo de prisão, ele terá de pagar uma multa de R$ 2,78 milhões. A Suprema Corte ainda precisa proclamar o voto sobre a sua dosimetria (cálculo das penas).
Ramon Hollerbach.
Ex-sócio de Valério, Ramon Hollerbach foi condenado por evasão de divisas, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A pena total ficou em 29 anos, sete meses e 20 dias e uma multa total de R$ 2,8 milhões.
Cristiano Paz.
O publicitário Cristiano Paz, também ex-sócio de Valério, foi condenado a 25 anos, onze meses e 20 dias de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro. Além disso, ele terá de pagar uma multa de aproximadamente R$ 2,5 milhões. Para o relator, Joaquim Barbosa, Paz participou de "toda uma parafernália, um mecanismo bem azeitado de desvio de recursos públicos".
Simone Vasconcelos
Ex-funcionária de Valério na agência SMP&B, Simone Vasconcelos foi condenada a 12 anos, sete meses e 20 dias pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e evasão de divisas. Ela também foi condenada a um ano e oito meses por formação de quadrilha, mas a pena prescreveu. Ao todo, a ré também foi multada em R$ 374 mil.
Rogério Tolentino.
Advogado de Valério e acusado de receber empréstimos fictícios que abasteceram o mensalão, Rogério Tolentino foi condenado a 8 anos e 11 meses de prisão, mais multa de R$ 404 mil, pelos crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção ativa.
Kátia Rabello
Ex-presidente do Banco Rural, Kátia Rabello teve a sua pena fixada em 16 anos e oito meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, gestão fraudulenta e evasão de divisas, além de multa que passa de R$ 1,5 milhão. Na época do mensalão, ela dirigia a instituição que, segundo a decisão do Supremo, colaborou para que o grupo de Marcos Valério fizesse pagamentos a parlamentares e pudesse ocultar a origem ilícita do dinheiro público desviado.
José Roberto Salgado.
O ex-vice-presidente do Banco Rural José Roberto Salgado foi condenado a 16 anos e 8 meses de prisão e multa de R$ 926.400 pelos crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e gestão fraudulenta.
Vinícius Samarane
O terceiro réu do núcleo financeiro condenado no processo do mensalão, Vinícius Samarane, ex-vice-presidente do Banco Rural, foi condenado a 8 anos, 9 meses e 10 dias de reclusão. Ele também deverá pagar multa no valor de R$ 552.000 (os valores ainda deverão sofrer correção monetária).
Henrique Pizzolato
O ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato recebeu uma pena total de 12 anos e 7 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro e também deverá cumprir ao menos parte da pena na cadeia.
Pedro Corrêa
O deputado cassado Pedro Corrêa (PP-PE) foi condenado a 9 anos e 5 meses de prisão e multa de R$ 1,08 milhão no julgamento do mensalão. Ele teria recebido, junto a outros parlamentares, R$ 2,9 milhões para votar a favor de matérias do interesse do governo federal durante o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.
REGIME SEMIABERTO
José Genoino
O ex-presidente do PT José Genoino recebeu pena de seis anos e 11 meses, mais R$ 468 mil pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa e poderá cumprir a pena no regime semiaberto, que é aplicado para penas entre quatro e oito anos. Segundo o relator Barbosa, Genoino ?utilizou a estrutura e o poder do partido que presidia para, juntamente com seu tesoureiro Delúbio Soares e o réu Marcos Valério, distribuir recursos em valores extraordinariamente elevados, em espécie, destinados à compra de votos".
Roberto Jefferson
O ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ), delator do esquema do mensalão e atual presidente licenciado do PTB, foi condenado a 7 anos e 14 dias por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, mais pagamento de multa no valor de R$ 688,8 mil. Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiram levar em conta a contribuição de Jefferson ao revelar detalhes do escândalo e diminuíram sua pena. Com isso, em vez de regime fechado, o ex-deputado cumprirá pena no semiaberto -- pela lei, penas maiores que oito anos são cumpridas em regime fechado. Ele teve seu mandato de deputado federal cassado, em 2005, pela participação no escândalo.
Valdemar Costa Neto
O deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP) foi condenado a 7 anos e 10 meses de prisão, além de multa de R$ 1,08 milhão. Para o relator, Costa Neto negociou e vendeu apoio de seu partido e ainda o beneficiou na Câmara. "O réu [Costa Neto] profissionalizou o modo de recebimento da propina". O atual deputado federal era presidente do PL (atual PR) e líder da bancada do partido na Câmara do Deputados. Ele foi absolvido por formação de quadrilha, pelo empate nos votos dos ministros. O deputado teria recebido R$ 8,8 milhões para votar a favor de matérias do interesse do governo federal.
Carlos Alberto Rodrigues,
Conhecido na época do mensalão como deputado Bispo Rodrigues, do PL (atual PR), foi condenado a pena em regime semiaberto foi de 6 anos e 3 meses e multa de R$ 696 mil. Ele foi acusado de receber R$ 150 mil para votar em reformas de interesse do governo federal, em dezembro de 2003, durante o governo Lula.
Romeu Queiroz
O ex-deputado federal Romeu Queiroz (PTB-MG) foi condenado a 6 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, além de multa no valor de R$ 792 mil. Ele é acusado de ter viabilizado pagamento de R$ 4,5 milhões para o ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB), delator do mensalão, para que votasse a favor de matérias do interesse do governo Lula. Queiroz teria recebido, em proveito próprio, quantia de R$ 102 mil.
Pedro Henry
O deputado Pedro Henry (PP-MT) foi condenado a 7 anos e 2 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por conta da sua participação no esquema do mensalão. Ele também foi condenado a pagar R$ 888 mil em multa. Henry também foi denunciado por formação de quadrilha, mas acabou sendo absolvido deste delito. Segundo entendimento dos magistrados, Henry teria recebido, junto a outros parlamentares, R$ 2,9 milhões para votar a favor de matérias do interesse do governo federal no primeiro mandado de Lula.
Breno Fischberg
Ex-sócio da corretora Bônus-Banval, usada por parlamentares do PP para lavar dinheiro do esquema do mensalão, Breno Fischberg foi condenado a 5 anos e 10 meses de reclusão pelo crime de lavagem de dinheiro, além de R$ 528 mil de multa. Ele deve cumprir a pena no regime semiaberto, indo para a cadeia apenas para dormir.
Enivaldo Quadrado
O outro ex-sócio da corretora, Enivaldo Quadrado, foi condenado por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro e a sua pena alcançou 5 anos e 9 meses, mais multa de R$ 26.400 e ele também poderá cumpri-la no regime semiaberto.
Jacinto Lamas
O ex-tesoureiro do PL (atual PR) Jacinto Lamas foi condenado por lavagem de dinheiro a 5 anos de prisão, mais R$ 240 mil de multa, e por corrupção passiva a 1 ano e 6 meses. No entanto, a pena por corrupção já está prescrita.
João Cláudio Genú
Ex-assessor do PP na Câmara, João Cláudio Genú recebeu a pena de 7 anos e 3 meses, mais 200 dias-multa, equivalente a R$ 480 mil, por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Ele também foi condenado por corrupção passiva, mas, como a pena foi de 1 ano e 6 meses, já está prescrita. Genú teria sido beneficiado pelo esquema entre o Banco Rural e a empresa SMP&B, de Valério. Seria ainda o responsável por intermediar pagamentos a deputados do PP. Junto a eles, teria recebido cerca de R$ 4 milhões de propina.
PENA RESTRITIVA DE DIREITO
José Borba
O ex-deputado José Borba foi condenado a 2 anos e 6 meses de prisão pelo crime de corrupção passiva. Como a pena dá direito ao regime aberto, os ministros decidiram substitui-la por uma pena alternativa. Assim, Borba foi agora condenado ao pagamento de 300 salários mínimos, dinheiro destinado a entidade sem fins lucrativos, e à perda de direitos políticos -- os ministros determinaram a interdição temporária de direito político pelo prazo da pena privativa de liberdade (2 anos e 6 meses) a que foi condenado o réu, bem como a proibição do exercício de cargo ou atividade pública e perda de mandato eletivo. Como Borba atualmente é prefeito de Jandaia do Sul (PR) pelo PP, os ministros ainda devem decidir se ele perderá o mandato imediatamente ou se apenas após o trânsito em julgado da sentença. O mandato de Borba se encerra em dezembro.
Emerson Palmieri
Após ter a sua pena por corrupção passiva prescrita, o ex-tesoureiro informal do PTB Emerson Palmieri foi condenado a quatro anos de prisão por lavagem de dinheiro, mais 190 dias-multa. No entanto, como, pela lei, penas de até quatro anos devem ser cumpridas em regime aberto, os magistrados decidiram substituir a pena dele por duas penas restritivas de direito: a proibição de ser nomeado para cargos públicos e o pagamento de 150 salários mínimos para uma instituição sem fins lucrativos.
ABSOLVIDOS DO MENSALÃO
Silvio Pereira - Delação premiada - não foi julgado
Luiz Gushiken
José Jatene - Morreu em 14/09/2010 - não chegou a ser julgado
Carlos Alberto Quaglia
Antonio Lamas
Paulo Rocha - os empates no julgamento o beneficiaram
Anita Leocádia
Luiz Carlos da Silva - professor Luizinho -
João Magno - os empates no julgamento o beneficiaram
Anderson Adauto - os empates no julgamento o beneficiaram
José Luiz Alves
José Eduardo de Mendonça - Duda Mendonça -
Zilmar Fernandes
Geiza Dias
Ayana Tenório
N. R. Fonte da matéria: UOL Notícias
Entre quatro e oito anos, as penas são cumpridas em regime semiaberto e o condenado volta para dormir na prisão. Quando forem inferiores a quatro anos, podem ser substituídas por penas alternativas, como pagamento de salário mínimo e perda de direito político.
A fase para fixação das punições consumiu dez sessões da Corte. Dos 37 réus da ação penal, 12 acabaram absolvidos. As penas ainda podem ser revistas pelos ministros até o final do julgamento, que deve ocorrer na semana que vem.
REGIME FECHADO
José Dirceu
Ex-ministro da Casa Civil no governo Lula, José Dirceu foi condenado a dez anos e dez meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha. Ele terá ainda de pagar multa de R$ 676 mil. Dirceu começará a cumprir a pena em regime fechado, mas poderá pedir a progressão de regime após 1/6 da pena, ou 1 ano e 9 meses. "Os motivos que o conduziram [Dirceu] a praticar o crime de corrupção ativa são extremamente graves. O crime foi praticado porque o governo federal não tinha a maioria na Câmara dos Deputados e o fez por meio da compra dos votos, por meio da compra dos líderes [dos partidos]", afirmou Joaquim Barbosa à época da fixação da pena.
Delúbio Soares
O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares foi condenado a oito anos e 11 meses de prisão pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha, além de multa de R$ 300 mil. "[Delúbio era] incumbido de indicar a Marcos Valério quem, quando e quanto deveria ser pago a título de propina, para efeito de corrupção no Legislativo. [Era] Estreitamente ligado a José Dirceu, comandante dessa epopeia", disse o relator.
João Paulo Cunha
O deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP) foi condenado a nove anos e quatro meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, peculato (desvio de recursos públicos) e lavagem de dinheiro. Com isso, o réu terá de cumprir a pena em regime fechado, já que a condenação foi maior do que oito anos. Ele também terá de pagar multa de R$ 360 mil.
Marcos Valério
Acusado de ser o operador do mensalão, o publicitário Marcos Valério deve ser condenado a 40 anos, um mês e seis dias de prisão pelos crimes de corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e evasão de divisas. Além do tempo de prisão, ele terá de pagar uma multa de R$ 2,78 milhões. A Suprema Corte ainda precisa proclamar o voto sobre a sua dosimetria (cálculo das penas).
Ramon Hollerbach.
Ex-sócio de Valério, Ramon Hollerbach foi condenado por evasão de divisas, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A pena total ficou em 29 anos, sete meses e 20 dias e uma multa total de R$ 2,8 milhões.
Cristiano Paz.
O publicitário Cristiano Paz, também ex-sócio de Valério, foi condenado a 25 anos, onze meses e 20 dias de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro. Além disso, ele terá de pagar uma multa de aproximadamente R$ 2,5 milhões. Para o relator, Joaquim Barbosa, Paz participou de "toda uma parafernália, um mecanismo bem azeitado de desvio de recursos públicos".
Simone Vasconcelos
Ex-funcionária de Valério na agência SMP&B, Simone Vasconcelos foi condenada a 12 anos, sete meses e 20 dias pelos crimes de lavagem de dinheiro, corrupção ativa e evasão de divisas. Ela também foi condenada a um ano e oito meses por formação de quadrilha, mas a pena prescreveu. Ao todo, a ré também foi multada em R$ 374 mil.
Rogério Tolentino.
Advogado de Valério e acusado de receber empréstimos fictícios que abasteceram o mensalão, Rogério Tolentino foi condenado a 8 anos e 11 meses de prisão, mais multa de R$ 404 mil, pelos crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção ativa.
Kátia Rabello
Ex-presidente do Banco Rural, Kátia Rabello teve a sua pena fixada em 16 anos e oito meses de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, gestão fraudulenta e evasão de divisas, além de multa que passa de R$ 1,5 milhão. Na época do mensalão, ela dirigia a instituição que, segundo a decisão do Supremo, colaborou para que o grupo de Marcos Valério fizesse pagamentos a parlamentares e pudesse ocultar a origem ilícita do dinheiro público desviado.
José Roberto Salgado.
O ex-vice-presidente do Banco Rural José Roberto Salgado foi condenado a 16 anos e 8 meses de prisão e multa de R$ 926.400 pelos crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e gestão fraudulenta.
Vinícius Samarane
O terceiro réu do núcleo financeiro condenado no processo do mensalão, Vinícius Samarane, ex-vice-presidente do Banco Rural, foi condenado a 8 anos, 9 meses e 10 dias de reclusão. Ele também deverá pagar multa no valor de R$ 552.000 (os valores ainda deverão sofrer correção monetária).
Henrique Pizzolato
O ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato recebeu uma pena total de 12 anos e 7 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro e também deverá cumprir ao menos parte da pena na cadeia.
Pedro Corrêa
O deputado cassado Pedro Corrêa (PP-PE) foi condenado a 9 anos e 5 meses de prisão e multa de R$ 1,08 milhão no julgamento do mensalão. Ele teria recebido, junto a outros parlamentares, R$ 2,9 milhões para votar a favor de matérias do interesse do governo federal durante o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.
REGIME SEMIABERTO
José Genoino
O ex-presidente do PT José Genoino recebeu pena de seis anos e 11 meses, mais R$ 468 mil pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa e poderá cumprir a pena no regime semiaberto, que é aplicado para penas entre quatro e oito anos. Segundo o relator Barbosa, Genoino ?utilizou a estrutura e o poder do partido que presidia para, juntamente com seu tesoureiro Delúbio Soares e o réu Marcos Valério, distribuir recursos em valores extraordinariamente elevados, em espécie, destinados à compra de votos".
Roberto Jefferson
O ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ), delator do esquema do mensalão e atual presidente licenciado do PTB, foi condenado a 7 anos e 14 dias por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, mais pagamento de multa no valor de R$ 688,8 mil. Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiram levar em conta a contribuição de Jefferson ao revelar detalhes do escândalo e diminuíram sua pena. Com isso, em vez de regime fechado, o ex-deputado cumprirá pena no semiaberto -- pela lei, penas maiores que oito anos são cumpridas em regime fechado. Ele teve seu mandato de deputado federal cassado, em 2005, pela participação no escândalo.
Valdemar Costa Neto
O deputado Valdemar Costa Neto (PR-SP) foi condenado a 7 anos e 10 meses de prisão, além de multa de R$ 1,08 milhão. Para o relator, Costa Neto negociou e vendeu apoio de seu partido e ainda o beneficiou na Câmara. "O réu [Costa Neto] profissionalizou o modo de recebimento da propina". O atual deputado federal era presidente do PL (atual PR) e líder da bancada do partido na Câmara do Deputados. Ele foi absolvido por formação de quadrilha, pelo empate nos votos dos ministros. O deputado teria recebido R$ 8,8 milhões para votar a favor de matérias do interesse do governo federal.
Carlos Alberto Rodrigues,
Conhecido na época do mensalão como deputado Bispo Rodrigues, do PL (atual PR), foi condenado a pena em regime semiaberto foi de 6 anos e 3 meses e multa de R$ 696 mil. Ele foi acusado de receber R$ 150 mil para votar em reformas de interesse do governo federal, em dezembro de 2003, durante o governo Lula.
Romeu Queiroz
O ex-deputado federal Romeu Queiroz (PTB-MG) foi condenado a 6 anos e 6 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, além de multa no valor de R$ 792 mil. Ele é acusado de ter viabilizado pagamento de R$ 4,5 milhões para o ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB), delator do mensalão, para que votasse a favor de matérias do interesse do governo Lula. Queiroz teria recebido, em proveito próprio, quantia de R$ 102 mil.
Pedro Henry
O deputado Pedro Henry (PP-MT) foi condenado a 7 anos e 2 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por conta da sua participação no esquema do mensalão. Ele também foi condenado a pagar R$ 888 mil em multa. Henry também foi denunciado por formação de quadrilha, mas acabou sendo absolvido deste delito. Segundo entendimento dos magistrados, Henry teria recebido, junto a outros parlamentares, R$ 2,9 milhões para votar a favor de matérias do interesse do governo federal no primeiro mandado de Lula.
Breno Fischberg
Ex-sócio da corretora Bônus-Banval, usada por parlamentares do PP para lavar dinheiro do esquema do mensalão, Breno Fischberg foi condenado a 5 anos e 10 meses de reclusão pelo crime de lavagem de dinheiro, além de R$ 528 mil de multa. Ele deve cumprir a pena no regime semiaberto, indo para a cadeia apenas para dormir.
Enivaldo Quadrado
O outro ex-sócio da corretora, Enivaldo Quadrado, foi condenado por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro e a sua pena alcançou 5 anos e 9 meses, mais multa de R$ 26.400 e ele também poderá cumpri-la no regime semiaberto.
Jacinto Lamas
O ex-tesoureiro do PL (atual PR) Jacinto Lamas foi condenado por lavagem de dinheiro a 5 anos de prisão, mais R$ 240 mil de multa, e por corrupção passiva a 1 ano e 6 meses. No entanto, a pena por corrupção já está prescrita.
João Cláudio Genú
Ex-assessor do PP na Câmara, João Cláudio Genú recebeu a pena de 7 anos e 3 meses, mais 200 dias-multa, equivalente a R$ 480 mil, por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Ele também foi condenado por corrupção passiva, mas, como a pena foi de 1 ano e 6 meses, já está prescrita. Genú teria sido beneficiado pelo esquema entre o Banco Rural e a empresa SMP&B, de Valério. Seria ainda o responsável por intermediar pagamentos a deputados do PP. Junto a eles, teria recebido cerca de R$ 4 milhões de propina.
PENA RESTRITIVA DE DIREITO
José Borba
O ex-deputado José Borba foi condenado a 2 anos e 6 meses de prisão pelo crime de corrupção passiva. Como a pena dá direito ao regime aberto, os ministros decidiram substitui-la por uma pena alternativa. Assim, Borba foi agora condenado ao pagamento de 300 salários mínimos, dinheiro destinado a entidade sem fins lucrativos, e à perda de direitos políticos -- os ministros determinaram a interdição temporária de direito político pelo prazo da pena privativa de liberdade (2 anos e 6 meses) a que foi condenado o réu, bem como a proibição do exercício de cargo ou atividade pública e perda de mandato eletivo. Como Borba atualmente é prefeito de Jandaia do Sul (PR) pelo PP, os ministros ainda devem decidir se ele perderá o mandato imediatamente ou se apenas após o trânsito em julgado da sentença. O mandato de Borba se encerra em dezembro.
Emerson Palmieri
Após ter a sua pena por corrupção passiva prescrita, o ex-tesoureiro informal do PTB Emerson Palmieri foi condenado a quatro anos de prisão por lavagem de dinheiro, mais 190 dias-multa. No entanto, como, pela lei, penas de até quatro anos devem ser cumpridas em regime aberto, os magistrados decidiram substituir a pena dele por duas penas restritivas de direito: a proibição de ser nomeado para cargos públicos e o pagamento de 150 salários mínimos para uma instituição sem fins lucrativos.
ABSOLVIDOS DO MENSALÃO
Silvio Pereira - Delação premiada - não foi julgado
Luiz Gushiken
José Jatene - Morreu em 14/09/2010 - não chegou a ser julgado
Carlos Alberto Quaglia
Antonio Lamas
Paulo Rocha - os empates no julgamento o beneficiaram
Anita Leocádia
Luiz Carlos da Silva - professor Luizinho -
João Magno - os empates no julgamento o beneficiaram
Anderson Adauto - os empates no julgamento o beneficiaram
José Luiz Alves
José Eduardo de Mendonça - Duda Mendonça -
Zilmar Fernandes
Geiza Dias
Ayana Tenório
N. R. Fonte da matéria: UOL Notícias
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