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domingo, 1 de maio de 2011
Papa João Paulo II é beatificado no Vaticano
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Meu aniversário natalício - 20 de abril
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Hairson Monteiro dos Santos + 1937 - 2011
domingo, 26 de dezembro de 2010
São Gonçalo tem Relógio do Sol

Primeiro foi preciso esperar o sol e a temperatura baixar um pouco. E o tempo ajudou. Assim, por volta das 20h, alunos do Núcleo de Teatro da Fasg, coordenado pela professora Suani Armond, iniciaram o evento, ao apresentar esquetes da peça teatral “E nós criamos o mundo”.
Também foi apresentado ao público um minueto de violinos, com as músicas Pompas Circunstâncias (Johan Sebastian Bach) e as canções natalinas Glória e Deck the halls. O número teve a supervisão e participação do professor de violino da Escola Municipal de Música Pixinguinha (EMMP), Rafael Machado. O centro de ensino musical também enviou alunos do minicoral, que surpreenderam ao cantar Como é grande o meu amor por você, de Roberto Carlos, além de uma canção natalina – sob a regência da professora Kenya Campos. Nos teclados, o professor Leandro Campanate.
A iniciativa reuniu políticos e empresários, mas, sobretudo, ressaltou a preocupação dos órgãos municipais de cultura e turismo de valorizar o que é de São Gonçalo.
Da Fasg, estiveram presentes o presidente da entidade, também secretário de Cultura e Turismo, Carlos Ney, a diretora da Casa das Artes Villa Real, Denise Velasco, o diretor da EMMP, Nilson Santiago, o superintendente de Letras, Marcos Vinícius Varela, e o superintendente de Operações Culturais – fundador do relógio do sol de São Gonçalo, Décio Machado.
A coordenadora dos clubes de astronomia de Magé e de Niterói, Noeli Piedade de Almenida, também prestigiou o evento. O cerimonial foi realizado pelo jornalista Assueres Barbosa.
HISTÓRIA – Pouca gente sabe, mas São Gonçalo possui o único relógio do sol vertical, com duas faces, do mundo. Inaugurado em 30 de setembro de 1990, o monumento acabou sendo depredado. Segundo revela o autor do projeto, o historiador e escritor Décio Machado, o relógio do sol de São Gonçalo é único no planeta e foi construído em homenagem ao centenário da emancipação política administrativa do município. Desta forma, no dia 30 de setembro de 1990, a iniciativa se concretizou.
“Estou muito feliz com essa conquista, que não é só minha, mas de todo povo gonçalense. Agradeço ao apoio de muitas pessoas, como o amigo da empresa Mundo do Acrílico, que forneceu o material usado na reforma, e a prefeitura da cidade”, disse Décio Machado, bastante emocionado por ver novamente sua criação em estado de nova.
Construído ao ar livre, o relógio foi inspirado em uma criação chinesa, exposta há cinco mil anos. A ideia foi homenagear o centenário de emancipação política de São Gonçalo, datada em 1990.
São Gonçalo, 22/12/2010
Fonte: Secretaria de Cultura e Turismo
Autor: Patrick Guimarães
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Prêmio UFF de Literatura
Festa no anúncio dos vencedores
do Prêmio UFF de Literatura 2010
Os paulistas abocanharam os primeiros lugares do Prêmio UFF de Literaturadeste ano, em todas as categorias: Rosana Banharoli, vencedora em Poesia, mora
A festa contou com a encenação dos textos premiados, entrega de troféu e de um notebook aos primeiros colocados, além do lançamento da coletânea com os 20 textos selecionados em cada gênero. Em sua quarta edição, o prêmio, promovido pela Editora da UFF com o patrocínio da Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro, integrou as comemorações pelos 50 anos da Universidade Federal Fluminense.
Ter a minha crônica publicada no ano do Jubileu da UFF é uma honra”, declarou Afonso Caramano, durante o coquetel servido após o anúncio do resultado do concurso. Para Rosana Banharoli, o Prêmio UFF representa “o respeito aos escritores ainda anônimos”. Para Luiz Fernando Bolognesi, cujo conto encenado pelos ex-alunos do Curso de Atores UFF, sob a direção de Leonardo Simões, que recebeu aplausos entusiasmados da platéia, a boa classificação serve de incentivo ao seu trabalho como escritor: "A gente sempre tem aquela dúvida se o que estamos escrevendo é bom, se alguém vai querer ler... Este prêmio é um estímulo para os escritores. Ele me trouxe um retorno positivo sobre o que escrevo."
O incentivo aos novos autores é o principal objetivo do prêmio, segundo o diretor da Editora da UFF, professor Mauro Romero Leal Passos. A escritora Sônia Peçanha, coordenadora do projeto, acredita que o prêmio se fortaleceu ao longo de suas edições, motivo pelo qual atualmente o júri recebe textos de todo o Brasil e até mesmo do exterior. Confira, abaixo, o resultado do Prêmio UFF de Literatura 2010.
Poesia
1° Lugar . Rosana Banharoli
2° Lugar . Thiago Oliveira de Carvalho
3° Lugar . Sebastião Bonifácio Junior
Menção Honrosa
Alfredo Dolcino Motta
Carlos Pessoa Rosa
Daline Rodrigues Gerber
Daniela Biason Gomes Diana
Danilo Gustavo Asp
Diana Moreira de Souza Assis Vieira
Eliete Costa
Isabel Florinda Furini
Ivy Gomide
Jivago Medeiros
José Carlos Aragão
Marcio Dison da Silva
Marco Antonio Sloboda Cortez
Nathan Menezes Amarante Teixeira
Nilson de Carvalho Lattari
Rogerio Luz 223
Valéria Mares Alvares
Crônica
1° Lugar . Afonso Caramano
2° Lugar . Jean Marcel Silveira Gomes
3° Lugar . Alvaro Luiz Lutterback Dutra Dias
Menção Honrosa
Adelaide Maria Assunção de Miranda
Alberto Leôncio Martins Neto
Alfredo Dolcino Motta
André Kondo
Carlos Augusto Decúpero
Carlos Benites de Azevedo
Celso Lopes
Claudete A. Segalin de Andrade
Daline Rodrigues Gerber
Elias Antunes
Gloria Maria Chimenti Leão
Jorge Luiz Rodrigues
Luiz Gondim de Araujo Lins
Maria Apparecida S. Coquemala
Maria Elisa Souto Bessa
Valéria Áureo Cerqueira de Souza Lima da Fonseca
Valter Morigi
Conto
1° Lugar . Luiz Fernando Bolognesi
2° lugar . Henrique Bon
3° Lugar . Paulo Eduardo Mauá
Menção Honrosa
Alfeu Valença
Bethânia Pires Amaro
Carlos Pessoa Rosa
Celso Lopes
Claudete A. Segalin de Andrade
Eduardo Junqueira
Elias Ferreira Gomes
Fernanda Marra
Filipe Ferreira Galvão
Jean Marcel Silveira Gomes
Margareth de Oliveira Timoteo
Maria Apparecida S. Coquemale
Maria de Fátima Pinheiro Costa
Mônica Leite Costa
Paulo Virgilio D’Auria
Raimundo Nonato Albuquerque Silveira
Walther Moreira Santos
N.R. Release enviado pela assessora de Comunicação Social da Editora - UFF - jornalista Ana Paula Campos.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Incêndio do Circo completa 49 anos dia 17 (sexta-feira).

Foi iniciado o rescaldo pelo Corpo de Bombeiros, e o atendimento aos sobreviventes que eram conduzidos aos Hospitais Antônio Pedro, Santa Cruz, Azevedo Lima, Maritimos e para a Santa Casa de Misericórdia, enquanto os corpos dos que morreram eram levados em caminhões para o Ginásio Caio Martins e para o IML a fim de serem reconhecidos e depois sepultados. Muitos foram colocados nos frigoríficos da Indústria Maveroy (que produzia a geladeira Kelvinator), para serem conservados até o sepultamento.
A solidariedade do nosso povo e até mesmo internacional, foi enorme. A todo instante chegavam medicamentos,ataduras, alimentos, água. As pessoas corriam de um lado para o outro tentando ajudar de alguma forma. Decorridos tantos anos, ainda não se chegou ao número exato dos que perderam as suas vidas. Dizem que "na maior tragédia em circuito fechado" o número estimado de mortos oscila entre 350 e 400, dos quais 70% eram crianças.
Os culpados foram descobertos: Adilson Marcelino Alves, o Dequinha - condenado a 16 anos e mais seis em manicômio judiciário, que terminou assassinado mais tarde quando fugiu da cadeia - o mentor do crime, porque havia sido despedido do circo; José dos Santos, o Pardal -16 anos e mais um ano em colônia agrícola - e Walter Rosa dos Santos, o Bigode -14 anos e mais um ano em colônia agrícola -. Bigode comprou a gasolina e a jogou sob a lona e Dequinha ateou fogo.
Em São Gonçalo, o então prefeito Geremias de Mattos Fontes desapropriou parte das terras de propriedade do Palacete do Mimi, no bairro Estrela do Norte, e mandou construir o Cemitério de São Miguel, onde foram sepultadas vitimas do incêndio.Uma tragédia que nunca será esquecida!
Durante muitos anos o trauma impediu que crianças e adultos assistissem qualquer espetáculo circense em Niterói e São Gonçalo. Decorridos 49 anos, minha memória ainda está bem nítida em relação à tragédia. Ainda recordo do corpo de uma criancinha, de aproximadamente, dois ou três anos de idade, que morreu pisoteado por um elefante.
N.R. Recentemente, o Departamento de História da UERJ - Patronato - editou um documentário sobre o assunto e fui um dos entrevistados, bem como os médicos Ivo Pitangui, Carlos Caldas, e, os jornalistas Carlos Ruas e Mário Dias.